Consumo de alimentos e hábitos de vida de uma amostra de idosos de Campo Grande, MS

  • Letícia Egídio Arelhano Nutricionista pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) http://orcid.org/0000-0002-1367-0594
  • Fernanda Zanoni Cônsolo Docente do Curso de Nutrição e do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção ao Paciente Crítico, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) http://orcid.org/0000-0002-0812-2817
  • Teresa Cristina Abranches Rosa Nutricionista, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde e Desenvolvimento na Região Centro-Oeste http://orcid.org/0000-0002-9990-6560
  • Giovana Eliza Pegolo Docente do Curso de Nutrição e do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção ao Paciente Crítico, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) http://orcid.org/0000-0003-2636-2547
Palavras-chave: atividade física, envelhecimento, hábitos alimentares.

Resumo

Objetivou-se descrever a frequência de consumo de alimentos classificados como saudáveis, processados e ultraprocessados e fatores associados entre idosos. Trata-se de estudo transversal, constituído por amostra de conveniência, proveniente de um Centro de Convivência de Idosos de Campo Grande (Mato Grosso do Sul). Foram investigadas variáveis referentes à frequência de consumo de alimentos e hábitos relacionados à saúde (atividade física, álcool, tabagismo, diagnóstico de doenças). As mulheres apresentaram frequências de consumo semanal menor, para alimentos processados/ultraprocessados, e maior, para alimentos in natura, quando comparadas com os homens. A frequência semanal de atividade física ≥ a 3 dias associou-se (p<0,0001) ao sexo feminino (94,4%). Considerando ambos os sexos, 61,8% declararam diagnóstico de hipertensão, e 22,4%, de diabetes. A frequência de 3 ou mais doenças foi maior entre as idosas (p<0,05). Os resultados apontam que as mulheres apresentam maior frequência de consumo de alimentos saudáveis e de atividade física.

Biografia do Autor

Letícia Egídio Arelhano, Nutricionista pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). 

Fernanda Zanoni Cônsolo, Docente do Curso de Nutrição e do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção ao Paciente Crítico, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Doutora e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde e Desenvolvimento na Região Centro-Oeste, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Docente do Curso de Nutrição e do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção ao Paciente Crítico, da UFMS.
Teresa Cristina Abranches Rosa, Nutricionista, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde e Desenvolvimento na Região Centro-Oeste
Doutoranda e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde e Desenvolvimento na Região Centro-Oeste, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Nutricionista do Curso de Nutrição da UFMS
Giovana Eliza Pegolo, Docente do Curso de Nutrição e do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção ao Paciente Crítico, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Doutora em Alimentos e Nutrição pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e Mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP). Docente do Curso de Nutrição e do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção ao Paciente Crítico, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

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Publicado
2019-08-16